Cadê a Química?: exposição interativa no Convento das Mercês

10 out

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Foi aberta ontem, na Fundação da Memória Republicana Brasileira (FMRB), a exposição interativa “Cadê a Química?”, uma experiência lúdica e fascinante que promete estimular a imaginação e a aprendizagem de crianças e adolescentes (e dos adultos também!).

A exposição que já passou diversas capitais brasileiras, tem o formato de uma animada casa, que foi construída para se descobrir, de forma interativa e com muita diversão, os fenômenos químicos presentes em nosso cotidiano, seja em nossa alimentação ou no prazer e desconforto que sentimos quando sonhamos ou temos pesadelos.

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São sete ambientes – varanda, sala, dois quartos, cozinha, banheiro e área de serviço – onde os visitantes têm oportunidade de conhecer o mundo dos elementos químicos e das moléculas que fascinam os cientistas e tornam nossa vida possível.

No quarto, a química entra em ação para você entender o que acontece quando temos um pesadelo ou o que se passa quando estamos apaixonados.

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Na cozinha, descobrimos como a geladeira, o micro-ondas e o fogão conservam e transformam os alimentos.

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Um divertido jogo com o varal da área de serviço nos revela como os produtos de limpeza eliminam a sujeira e nos ajudam a cuidar das roupas e da casa.

No banheiro, uma surpresa: o “chuveiroquê”, onde é possível ouvir e cantar músicas com menções diretas e/ou indiretas à química. E confira tudo o que você sempre quis saber sobre o cocô e nunca teve coragem de perguntar.

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A exposição “Cadê a Química?” é uma produção da Casa da Ciência da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em parceria com a Sociedade Brasileira de Química, com apoio local da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectec).

A entrada é franca. Agendamento de grupos e escolas pode ser feito pelo telefone (98) 3221-3724. As visitações são monitoradas por estudantes do curso de Química, da Universidade Federal do Maranhão e da Faculdade Pitágoras.

Visitação às segundas, das 14h às 18h e de terça a sexta, das 9h às 19h. A FMRB fica localizada na Rua da Palma 502 – Desterro.

4 Respostas to “Cadê a Química?: exposição interativa no Convento das Mercês”

  1. Marcelo Stehling de Queiroz 22 de outubro de 2014 às 20:21 #

    Hoje, 22 de outubro de 2014, tiramos a tarde para juntamente com minha esposa e meu filho de 4 anos para irmos a está exposição. Não sem antes ligarmos para colher as informações sobre horários e outros procedimentos. Após 30 minutos do nosso telefonema, lá estávamos no Convento das Mêrces. Ao chegar, uma funcionário muito gentil nos recebeu, porém nos informou que teríamos que esperar aproximadamente UMA HORA E VINTE minutos para visitar a referida exposição! Como assim??? Fomos informados que este era o tempo destinado à visitação e que duas escolas haviam agendado para o período da tarde e que várias pessoas estiveram lá e voltaram, aí se incluem turista… Logo pedimos para registrar a nossa indignação formalmente e perguntamos se havia um responsável que foi prontamente chamado e veio falar conosco. Alegou que não tinha estrutura para receber muita gente, que recebiam 4 escolas por dia, ou seja, durante 5 horas e 20 minutos está exposição não estaria disponível ao público, e pra piorar, não informam isto pelo telefone. Registrada a nossa indignação, permitiram que entrássemos na exposição e colocaram um monitor simpático, porém sem a didática necessária para passar o universo que ali continha… Não somos da área de eventos, mas pensamos o seguinte: se não não existe a estrutura necessária, que não se faça. Infelizmente a Casa da Ciência da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mandou a exposição mas deixou a organização nas mão da incompetência e da burrice. Se são 7 ambientes, que se usem todos ao mesmo tempo, ou seja, teríamos 7 grupos visitando simultaneamente, havendo rotatividade. Uma pena, saímos de lá perguntando: CADÊ A QUÍMICA???

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    • analcarneiro 22 de outubro de 2014 às 21:42 #

      Pois é Marcelo… coincidentemente o Rommel me disse que encontrou com vocês por lá, pois ele também foi levar Ben para a exposição hoje, e me contou o ocorrido: total despreparo da organização local para receber uma exposição assim. E mais: se é voltado para todas as idades e diferentes públicos, os monitores tem que ter didática, conhecimento sobre o assunto, no mínimo. Além disso, a exposição é aberta ao público e o agendamento é só para as escolas… eles tem que ter estrutura e pessoal para receber simultaneamente os dois públicos! Fiquei muito chateada com essa desorganização em um evento que tinha tudo para ser interessante e aguçar a curiosidade dos meninos… uma pena!

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    • Leticia Azevedo 23 de outubro de 2014 às 12:05 #

      Bom dia. Eu também estava lá quando ouvi esse senhor mau educado fazer um escândalo com palavrões. As crianças da escola onde trabalho estavam próximas visitando a exposição do Porto do Itaqui e fiquei muito constrangida de ver a situação. Ainda por cima falou mal da cidade, que a priori não tem nada a ver com o ocorrido. Não sei se o senhor sabe, mas em qualquer lugar do mundo é necessário, mesmo que sem reserva, esperar para entrar nos museus, às vezes até filas enormes e lentas. Se cem pessoas resolverem visitar a exposição no mesmo momento, obviamente, o lugar não comportará. Alguns terão que esperar. No Museu do Ipiranga, em São Paulo, se você chegar um minuto depois que um grupo já tiver entrado você terá de esperar 30 minutos até a saída do grupo anterior. Na catedral de Notre Dame, em Paris, você tem que esperar também o outro grupo sair para subir até o alto da Torre, depois, claro de ficar mais de uma hora na fila e pagar por isso. Na Galleria Borghese, em Roma, eu nem sequer consegui entrar porque também estava lotado e o limite de pessoas na fila tinha chegado ao máximo. Lamentei nem por isso constrangi ninguém falando desaforos.
      Em Fomos muito bem recebidos pelos mediadores que levaram cerca de 2h para explicar as 4 exposições que visitamos no Convento das Mercês. Quanto a didática que o senhor cita, me senti privilegiada porque muita coisa do que vi, não conhecia. Ali é uma exposição, não é uma Universidade onde você tem que sair PhD sobre o tema.
      Sou professora de Ciências. Já visitei muitas exposições pelo mundo a fora e creio que os mediadores conseguem fazer seu trabalho a contento. As minhas crianças saíram fascinadas com o que viram e aprenderam. O senhor precisa ser mais paciente e educado. Saber tratar as pessoas que não conhecem e especialmente que estejam fazendo apenas o seu trabalho. Que deixasse suas sugestões de melhorias nos formulários que eles entregaram. Tenho certeza que eles repensariam o modo de visitação. Obrigada pelo espaço.

      Letícia Azevedo, professora.

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      • analcarneiro 23 de outubro de 2014 às 13:56 #

        Oi, Letícia! Agradeço por suas considerações. Sei que em muitos lugares do Brasil e mundo afora temos que às vezes esperar em filas para poder visitar um museu, uma igreja, uma atração, ou fazer o agendamento da visita. No caso da exposição “Cadê a Química?” a informação que foi passada inclusive para mim (liguei para me informar antes de publicar o post) é que o agendamento só era necessário para escolas; para o público em geral, bastava chegar e entrar para visitar a exposição. Chequei essa informação mais uma vez no dia anterior da visita do meu filho, até perguntei se não era melhor agendar, mas a pessoa insistiu que era só chegar e entrar. Para o Marcelo também foi passada essa informação 30 minutos antes dele chegar… E quando chegaram lá foi essa situação já relata por ele no comentário e pelo pai do meu filho quando chegaram em casa. É chato porque a gente se planeja com criança pequena (os meninos tem 3 – 4 anos), organiza os horários para sair mais cedo do trabalho para acompanhá-los e checa todas as informações e na hora a informação não confere com o que nos foi passado. Eu, particularmente, fiquei aborrecida. Seria melhor então agendar a visita para todos, ou ter alguns dias da semana apenas para escola e outros apenas para público em geral…
        Quanto à questão da didática, passar uma informação para crianças de 3 anos é diferente de passar para de 8, de 15 ou um adulto. A linguagem é diferente, precisa ser mais acessível, fazer alguma brincadeira. Também chequei isso: perguntei a faixa etária e me informaram que era para todas as idade, a pessoa até me falou assim: de 0 até 100 anos… então, os monitores precisam ter didática para a linguagem de todos os públicos, independente da idade, da condição, das restrições.
        Eu mandei um email para a FMR dando sugestões para melhorar essa questão dos agendamentos, dos horários e dos monitores. Hoje pela manhã duas amigas minhas que levaram os filhos de 8 anos, também voltaram para casa sem poder ver, pois tinha uma escola visitando e só teria horário 1 hora depois… fico com pena, pois estão perdendo público, entende?
        Abraços e obrigada pela sua participação.

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